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«Cardeal Cerejeira» nos media

Março 26, 2018

 

 

 

CapaCerejeira

 

 

 

 

SábadoRogeiroSábado

Nuno Rogeiro, o glamoroso comentador, comentou em primeiro lugar o livro Cardeal Cerejeira, da autoria do responsável de Estado e Igreja: referiu-o no seu programa na Sic Notícias e dedicou-lhe algumas palavras na sua coluna na revista  Sábado: «visão descomprometida, original, culta e complexa da relação Estado Igreja em Portugal»

NunoRogeiroFoto

 

Aura Miguel, a respeitada jornalista da Rádio Renascença, também consagrou um programa ao livro    Cardeal Cerejeira: Está acessíveel em

http://rr.sapo.pt/area/222/aura-miguel-convida

AuraMiguelFoto

 

No passado sábado, no noticiário das 19 horas da TVI24, um dos dos mais interessantes da nossa televisão, Henrique Garcia entrevistou o autor sobre o Cardeal Cerejeira, em particular as suas relações com Salazar e com a política. A entrevista está disponível no minuto 36 de

http://www.tvi24.iol.pt/videos/tvi24/noticias-19h/5ab6acd60cf2c09c9a14ec05

HenriqueGarcia

Cardeal Cerejeira é editado pela Gradiva,

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Que futuro para o Prémio da Comissão da Liberdade Religiosa?

Março 21, 2018

 

Ler mais…

Hoje, 8, D. Manuel Clemente apresenta o livro «Cardeal Cerejeira» em S.Roque (edição Gradiva) >>>>>>>> Para mais informações, queira rolar **************************************** «Cardeal Cerejeira» é o livro da semana para Nuno Rogeiro (Sic )

Março 6, 2018

O Cardeal Cerejeira Vítima de Uma Falsificação Histórico-Política

Março 1, 2018

 

OldestAllyBandoDosQuatro

A falsificação

O Cardeal Cerejeira foi apresentado num livro aparentemente sério como um dos «quatro pilares do Estado Novo» quando colega de estudos de Salazar, o mais duradouro chefe de Governo daquele regime autoritário, do general Fernando Santos Costa, ministro da Defesa, e de Mário de Figueiredo, ministro da Educação e presidente da Assembleia Nacional daquele mesmo regime. A acusação é falsa, baseia-se na fotografia, acima reproduzida e consta da sua legenda. Cerejeira estaria em pé, à direita. Esta acusação pretende fundamentar outra: o Cardeal era sócio secreto do autocrata para negar a liberdade aos portugueses. A falsificação nunca foi desmentida. Muitos continuam a acreditar nela.

A acusação foi apresentada num livro de capa dura, Oldest Ally A Portrait of Salazar’s Portugal, de da autoria de Peter Fryer e Patrícia McGowan Pinheiro, editado em Londres, em 1961. pela Denis Dobson, Fryer (1927-2006) foi um conceituado jornalista e historiador marxista inglês. Patrícia Pinheiro tem sido apresentada como oposicionista portuguesa ao Estado Novo; depois do 25 de abril, escreveu criticando a descolonização, e assim alguma celeuma. A foto está nos extratextos a seguir à p. 192. O livro não dá fonte para a foto nem informava sobre o local e a data em que ela teria sido tirada.

Oldest Ally foi a primeira obra de fundo publicada a seguir à campanha eleitoral do general Humberto Delgado. Dennis Dobson (1919-1978) era um editor respeitado. O livro fez o seu percurso nos meios oposicionistas portugueses.

A foto acima é uma falsificação porque os quatro homens nunca se encontraram nos seus estudos, ao contrário do que afirma a legenda. No secundário, Salazar, Figueiredo e Cerejeira andaram no seminário – este em Braga, os dois primeiros em Viseu. Santos Costa era cerca de dez anos mais novo do que eles e não andou no seminário. Assim, no secundário, só Salazar e Figueiredo teriam hipoteticamente sido fotografados como colegas. Na Universidade encontraram-se? A foto é anterior ao 5 de outubro de 1910, pois os fotografados vestem traje eclesiástico e este foi abolido logo após a proclamação da República. Ora Figueiredo só se inscreveu na Faculdade de Direito de Coimbra em 1912, e por isso nunca estaria em hábitos talares universitários e por isso nunca poderia ser fotografado com eles vestido e ao muito menos ao lado de Salazar e Cerejeira. Santos Costa tinha onze anos no 5 de outubro e por isso não tinha idade para ser então estudante universitário (foi aluno, mas só de Salazar, nos preparatórios para i curso de Estado-Maior, já nos anos 1920). Há por isso dois dos pseudo-identificados que nunca teriam condições de estar na fotografia. Não nos pronunciamos sobre os outros dois. Talvez algum leitor nos ajude a identificar a foto, se o negativo não for também falso.

A falsificação é certa para o enquadramento, para a legenda e para a identificação do Cardeal Cerejeira. Como não tivemos acesso ao negativos da foto publicada, ignoramos se ela é uma montagem ou se é a foto legítima de um grupo desconhecido no qual de certeza não estariam nem Cerejeira nem Santos Costa.

Ora a contribuição original desta obra para a teoria da conspiração é ligar Santos Costa, o chefe do Exército de 1936 a 1958, a Salazar e a Cerejeira. Com efeito, a amizade destes era bem conhecida. Assim como as suas relações com Figueiredo, como eles militante do Centro Académico de Democracia Cristã de Coimbra (CADC).

A obra não esconde o seu propósito de acusar o Cardeal Cerejeira de ter participado numa conspiração para fundar e manter o Estado Novo: no final, reproduzinos um texto, inequívoco. A foto inicial é enquadrada pelas de Salazar, Pedro Teotónio Pereira e Marcello Caetano, o que confere um sentido conspiratório ao «bando dos quatro». A seguir, o leitor tem à sua disposição esse enquadramento.

OldesAllyEnquadramento

Estas ideias conspiratórias ainda têm curso em 2018? Estado e Igreja inquiriu dezanove pessoas, todas licenciadas (pelo menos), estratificando-as por sexos e por idades. Não responderam quatro, todos maiores de 50 anos. Pediu-lhes para identificar os quatro representados na foto acima. Abaixo dos 50 anos, ninguém referiu Salazar e Cerejeira, ao mesmo tempo. Neste grupo etário, 40% identificou Salazar e Cerejeira, o que é um indício de adesão à teoria da conspiração. Quatro em dez é uma grande minoria. Nos maiores de 50 anos, aquele  valor alcançou os 56%, ultrapassando pois a maioria. A amostra não é representativa, a pergunta era simples e apenas indiciária, mas parece haver matéria para as ciência social averiguar a opinião pública.

*

A legenda da  foto inicial remete para a página 116 de Oldes Ally. Reproduzimos a seguir o pedaço relevante:

OldestAllyLegenda

D. Manuel Clemente apresenta «Cardeal Cerejeira» a 8 de março no Musey de São Roque (Misericórdia de Lisboa)

Março 1, 2018

 

CapaCerejeira

O Sr. Cardeal Patriarca, D.Manuel Clemente, apresentará «Cardeal Cerejeira» já na quinta feira da próxima semana, dia 8 de março, pelas 18h30, no auditório da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, ao lado da igreja de S. Roque, no Largo Dr. Trindade Coelho. O livro é da autoria do responsável de Estado e Igreja,

Após a apresentação pelo Sr. Patriarca, suscitando curiosidade, pois comentará um predecessor ilustre, o autor explicará em breves palavras porque escreveu a obra e o Dr. Guilherme Valente, fundador da Gradiva, revelará porque a editou. Seguir-se-á um Porto acompanhado.

O livro Cardeal Cerejeira tem por subtítulo Um Patriarca de Lisboa no século XX português pois é ao mesmo tempo um ensaio biográfico e uma introdução ao século XX português, sem o qual não compreendemos o nosso presente e entraremos no futuro jogando à cabra cega. Cardeal Cerejeira tem menos de duzentas páginas, compostas em corpo bem legível, e é amplamente ilustrada, com largas dezenas de fotografias da época, muitas delas desconhecidas e quase todas imprevistas, acompanhadas de legendas esclarecedoras e também facilmente legíveis. O livro acaba num útil índice onomástico, igualmente impresso em corpo bem visível, e não naquela letrinha pequeno que obriga o leitor a imaginar que teve que ir ao oculista mudar de óculos.

O livro é editado pela Gradiva, um dos mais conceituados editores portugueses.

O dia da apresentação é fácil de fixar: 8 de março é o dia internacional da mulher. É pura coincidência, embora o Cardeal Cerejeira tenha promovido a mulher. Pelo sim pelo não, sugerimos-lhe que assente já na sua agenda,8 de março, 18h30.

O local da apresentação é de fácil acesso. A igreja de S. Roque, onde está o único património físico do Patriarcado original, é pega com a Misericórdia de Lisboa e é servida por por Metro, autocarro, elétrico e carro particular (nas proximidades estão três parques de estacionamento).

O auditório situa-se no interior do Museu de São Roque, ao lado da igreja do mesmo orago. O percurso para o auditório estará sinalizado logo desde a entrada do Museu. O leitor aproveitará o breve caminho para apreciar óleos belíssimos e um museu de primeiro plano.

No final da sessão, o autor estará disponível para autografar exemplares de Cardeal Cerejeira.

ContraCapaCerejeira

Contracapa de Cardeal Cerejeira

Comissão da Liberdade Religiosa dá hoje os seus primeiros prémios

Fevereiro 26, 2018

 

AutoDeFáTerreiirodoPaço

O Terrero do Paço ficou para o Estado, quando este  e a Igreja separaram patrimónios

A Comissão de Liberdade Religiosa distribui hoje os sueus primeiros prémios. Estado e Igreja atribui o facto ao pulso que àquela Comissão foi dado pelo seu novo presidente, o Dr. José Vera Jardim. As distinções são entregues hoje, 26 de fevereiro, em cerimónia que começa às 15h30 no salão nobre do Ministério da Justiça, no Terreiro do Paço (Praça do Comércio)
Eis as distinções

* Prémio > O Papel da Sociedade Bíblica na Construção da Liberdade Religiosa em Portugal durante a Monarquia Constiitucional e a Primeira República, Rita Mendonça Leite (historiografia)

* Menção Honrosa > Uso de símbolos Religiosos no Local de Trabalho, de Susana Sousa Machado (ciência jurídica)

* Menção honrosa > O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e os Símbolos Religiosos: o Uso do Véu Muçulmano na Europa do século XXI , de Inês Granja Costa (ciência jurídica)

As distinções foram atribuídas por recomendação alcançada «consensualmente» de um júri integrado pelos doutores Helena Vilaça (historiografia), presidente, e pelos vogais Alfredo Teixeira (antropólogia) e Miguel Assis Raimundo (ciências jurídicas), ambos vogais da Comissão.

O júri produziu uma ata que Estado e Igreja oportunamente comentará, no relativo às suas dimensões metodológicas e recomendações para o futuro.

 

«Cardeal Cerejeira» lançado a 8 de março na Misericórdia de Lisboa

Fevereiro 26, 2018

 

CapaCerejeira

O Sr. Cardeal Patriarca, D.Manuel Clemente, apresentará «Cardeal Cerejeira» já na quinta feira da próxima semana, dia 8 de março, pelas 18h30, no auditório da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, ao lado da igreja de S. Roque, no Largo Dr. Trindade Coelho. O livro é da autoria do responsável de Estado e Igreja,

Após a apresentação pelo Sr. Patriarca, suscitando curiosidade, pois comentará um predecessor ilustre, o autor explicará em breves palavras porque escreveu a obra e o Dr. Guilherme Valente, fundador da Gradiva, revelará porque a editou. Seguir-se-á um Porto acompanhado.

O livro Cardeal Cerejeira tem por subtítulo Um Patriarca de Lisboa no século XX português pois é ao mesmo tempo um ensaio biográfico e uma introdução ao século XX português, sem o qual não compreendemos o nosso presente e entraremos no futuro jogando à cabra cega. Cardeal Cerejeira tem menos de duzentas páginas, compostas em corpo bem legível, e é amplamente ilustrada, com largas dezenas de fotografias da época, muitas delas desconhecidas e quase todas imprevistas, acompanhadas de legendas esclarecedoras e também facilmente legíveis. O livro acaba num útil índice onomástico, igualmente impresso em corpo bem visível, e não naquela letrinha pequeno que obriga o leitor a imaginar que teve que ir ao oculista mudar de óculos.

O livro é editado pela Gradiva, um dos mais conceituados editores portugueses.

O dia da apresentação é fácil de fixar: 8 de março é o dia internacional da mulher. É pura coincidência, embora o Cardeal Cerejeira tenha promovido a mulher. Pelo sim pelo não, sugerimos-lhe que assente já na sua agenda,8 de março, 18h30.

O local da apresentação é de fácil acesso. A igreja de S. Roque, onde está o único património físico do Patriarcado original, é pega com a Misericórdia de Lisboa e é servida por por Metro, autocarro, elétrico e carro particular (nas proximidades estão três parques de estacionamento).

O auditório situa-se no interior do Museu de São Roque, ao lado da igreja do mesmo orago. O percurso para o auditório estará sinalizado logo desde a entrada do Museu. O leitor aproveitará o breve caminho para apreciar óleos belíssimos e um museu de primeiro plano.

No final da sessão, o autor estará disponível para autografar exemplares de Cardeal Cerejeira.

ContraCapaCerejeira

Contracapa de Cardeal Cerejeira