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Deputados Portugueses Restabelecem Hoje a Pena de Morte

Maio 28, 2018

Forca

Oss deputados portugueses preparam-se hoje, 29 de maio de 2018, para restalecer a pena de morte soob forma descentralizada e decidida por agentes homologados pelo Estado. Esta operação será realizada sobre a justificação «moderna» de a pena de morte ter recebido o cognome orwelliano de «eutanésia».

Esta aprovação é errada e envenenará a organização política portuguesa.

  • Uma votação ilegítima: Os partidos políticos nem quiseram um plebiiscisto nem aceitaram que os eleitores debatesse a questão dita da eutanásia. Não têm por isso legitimidade pa política democrática para a votar. A «liberdade de voto» é uma cortina de fumo para disfarçar aquela falta de legiimidade e cobrir os jogos partidários com o manto diáfano da fantasia mortuária.. Uma votação sem debate prévio entre o eleitorado s´p é de direito quando é imposta pela urgência, sendo a comunidade destruída da sua ausência ;
  • Os deputados expropriam os cidadãos de um direito fundamental, tradicionalmente reservado à consciência individual, formada pelas Iggrejas e pelas escolas filosóficas.. Já hoje existem os benefícios atribuí dos à «eutanásia» e que são realmente benéficos. Consistem eles em não prolongar as dores humanas quando para elas não há cura médica. Se assim não fosse, o país estaria cheio de semivivos mantidos em vida artificial, sofrendo dores terríveis por maldade da família e incapazes de afirmarem a sua vontade. Só os senhores deputados ignoram que não existem estes semvivos, pelo menos entre nós. Todos sabemos que quando a família, o médico e o doente (se tem condições de expressar a sua vontade) concordam em pôr termo a à vida de um doente, assim é, Os deputados querem na realidade retirar aos cidadãos os poderes de vida ou de morte e passarem a exercê-los eles, por meio de delegados seus.
  • Os deputados aprovam assim a restauração sorna da pena de morte. Foram hoje aprovadas as regras por que o Estado escolherá os novos carrascos. É um sistema semiprofisional. Como vimos do debate, retórica serôdia da modernização permite a pena de morte sem garantias de defesa do executado, o que decorre dos projetos apresentados a debate. Porque a pena de morte não consiste em o Estado ter nmos seus quadros de pessoal carrascos pagos. Consiste, sim, em o Estado especificar as condições nasn qu7ais confere direito a alguns cidadãos o direito de matar certos e determinados cidadãos.

    O Estado iniciou um retrocesso civilizacional inédito no nosso país. Se o Tribunal Constitucional não liquidar este aborto jurídico, os seus autores , quando surgirem as primeiras vítimas da nova pena de morte, arrepender-se-ão de não terem seguido o princípio que, entre um ato de consequências irreversíveis e outro de efeitos reversíveis, manda escolher este último.

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