Saltar para o conteúdo

A Campanha de Imprensa contra o Padre Batalha

Outubro 15, 2017

PadreBatalhaGoogle

Alguns exemplos colhidos no Google da campanha contra o Padre Batalha

O Padre Joaquim Batalha, animador da Casa do Oeste e da Fundação João XXIII, está a ser alvo de uma campanha de imprensa que o acusa de vender no mercado clandestino peças de uma marca de  roupa por esta doadas  à Fundação e destinadas a distribuição gratuita a famílias pobres da  Guiné Bissau.

A campanha foi iniciada pelo Correio da Manhã, a 6 de setembro passado, com base em fontes anónimas da Guarda Nacional Republicana (GNR). Aquele diário afirmava que o padre Batalha teria sido constituído arguido tal como uma voluntária, cuja identidade não era revelada. Era ele que o matutino acusava. O acusado negava, confirmava que tinha havido uma busca a instalações da Fundação e nada fora apreendido. A ter havido apreensões, seria numa loja ilegal de venda de roupa, pertença da voluntária não identificada, com a qual o sacerdote declarava nada ter a ver. No começo do corrente mês de outubro foram lançados nos meios de comunicação social novos ataques contra o Padre Batalha. No passado dia 7, o conselho de administração da Fundação publicava um comunicado apoiando o seu presidente e rejeitando a acusação. O delegado da Fundação na Guiné Bissau também apoia o sacerdote.

PadreBatalhaFotoO Padre Batalha, de 79 anos, é pároco de Ribamar (Lourinhã) e tem desempenhado um papel decisivo na animação religiosa e sociocultural do Oeste. Há quase trinta anos apoia o desenvolvimento da Guiné Bissau.

Estado e Igreja tem por inverosímeis as acusações  agora endereçadas ao Padre Batalha. Um só exemplo: a campanha refere vendas ilegais de vestuário em locais onde a Fundação João XXIII não possui instalações nem elementos seus.  Para não fsalsr da incongruência básica entre as acusações e a personalidade do acusado, que deveria ter levado aos autores da campanha a uma maior prudência e a uma averiguação jornalística a sério..

Estado e Igreja interroga-se sobre o sentido de uma campanha de imprensa que parece ter começado com uma violação do segredo de justiça: a busca efetuada a 4 de setembro, estava na comunicação social no dia seguinte o mais tardar.  Campanha mistura a respeitada Fundação João XXIII  com ONGs desconhecidas, num perfeito exemplo da técnica propagandística da amálgama.  Alguém quererá proteger alguém no comércio ilegal de vestuário de marca e julgou que um padre católico  era um bom bode expiatório, servindo para distrair as atenções de verdadeiros culpados?

 

PadreBatalhaCartaz

A campanha de imprensa contra o Padre Batalha não desmobilizou a solidariedade com a Guiné Bissau no Oeste

 

Anúncios
No comments yet

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: