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Fátima, Aparições, Multidões, Crise do Laicismo

Maio 30, 2011

Em Maio de 1917 três miuditos de perto de Fátima, concelho de Ourém, começaram a dizer à família que tinham visto uma aparição religiosa, que se repetia no dia 13 de cada mês. Apesar da oposição da família e das autoridades religiosas do Patriarcado, ao qual Fátima então pertencia, passou a haver um número crescente de peregrinos no dia 13.

As autoridades estatais tentaram reprimir, mas não tiveram êxito.

As concentrações humanas emFátima significavam que a Lei da Separação, na sua interpretação laicista, tinha morrido.

A Ilustração Portuguesa mostrou a multidão em Fátima, no final de Outubro de 1917. O homem de chapéu no primeiro plano, em baixo,  significava que nem todos os peregrinos eram camponeses de barrete. A dimensão da concentração sugeria a impossibilidade de uma solução repressiva, tão do agrado dos laicistas, e que eles, aliás, já tinham tentado.

Fátima foi obra dos crentes, com o apoio de um pequeno número de padres. A rusticidade do fenómeno está patente na primitiva capelinha das aparições, que vemos abaixo.

A capelinha foi destruída num atentado à bomba, que os católicos pensaram ter ficado impune devido à conivência das autoridades do Estado com os bombistas.

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