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No Primeiro Dia de Aplicação da Lei da Separação, Há Acordo entre o Governo e o Patriarca (role sff)

Maio 18, 2011

A 1 de Julho de 1911, foi o primeiro dia de aplicação da Lei da Separação. A Capital, um vespertino quotidiano e laico, mostrava a vontade de união do Estado e da Igreja. O Patriarca Mendes Belo, à esquerda, e o governador civil, Eusébio Leão, chegaram a acordo para evitar a «greve às missas». A fotomontagem acima mostra essa vontade (o jornal não publicara os retratos).

O Patriarca teve depois atitudes menos colaborantes com a República. Eusébio Leão, um amigo de António José de Almeida e  maçon prestigiado, que acabara de desempenhar um papel importante na insurreição do 5 de Outubro, foi depois nosso ministro em Roma, onde em diversas ocasiões desenvolveu esforços para estabelecer um modus vivendi entre a República portuguesa e a Igreja Católica. Esses esforços nunca lhe foram publicamente reconhecidos. Veremos um destes dias o sobrescrito de uma carta de Leão para o Presidente Bernardino Machado sobre a qual o Presidente Sidónio Pais despacharia – originando assim a concordata informal de 1918.

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