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A Europa Protesta contra o Confisco dos Bens Estrangeiros das Congregações em Portugal

Abril 1, 2011

Os bens de várias congregações portuguesas estavam em nome de cidadãos britânicos, franceses, alemães, espanhóis, italianos. Os governos destes países protestaram contra o confisco, apesar de não serem católicos: protestavam em nome dos direitos humanos.

Os republicanos achavam o tema sulfuroso e evitavam-no. A notícia seguinte,  d’ A Capital de há exactamente cem anos, é uma excepção.


O vespertino republicano não pôde evitar o tema devido à sua internacionalização. Alfred von Kiderlen-Waechter (o verpertino não respeita a ortografia recomendada) era um burguês enobrecido que, depois de uma vida aventurosa e universitária, dirigia a diplomacia alemã em 1911. O seu protesto tinha tido eco internacional. Vemos a seguir Kiderlen-Waechter numa foto oficiosa.

Entre as congregações alemãs em Portugal estava a da Madre do Preciosíssimo Sangue (condessa Maria Droste zu Vischering), no Porto, de uma grande família alemã.

As potências não aceitaram a ideia de Bernardino de remeter o caso para os tribunais. A Capital era optimista em excesso – o assunto só seria resolvido depois da Primeira Guerra Mundial – mas os afonsistas conseguiram controlar os estragos.

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